Esta semana é crucial para o futuro da taxa Selic. O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) se reunirá para decidir o destino dos juros, uma decisão que afetará diretamente aqueles que pretendem solicitar o empréstimo consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Atualmente, a taxa Selic está em 10,5%, o que afeta diversas modalidades de crédito no Brasil, incluindo os juros do cartão de crédito.
No contexto político e econômico atual, o efeito mais significativo será para aqueles que desejam obter o empréstimo consignado do INSS. Este tipo de empréstimo é quitado por meio de descontos automáticos na aposentadoria do beneficiário.
Compreenda o impacto
Recentemente, o ministro da Previdência, Carlos Lupi, afirmou que toda vez que a taxa Selic cair, a taxa máxima de juros para o consignado do INSS também será reduzida.
Essa mudança deve ser aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), onde os representantes do governo têm a maioria.
Nos últimos meses, o Banco Central vem reduzindo consecutivamente a taxa Selic. Em consequência, o CNPS também adotou uma tendência de queda na taxa máxima de juros para os novos pedidos de consignado.
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Expectativas
A nova taxa Selic será anunciada pelo Copom na próxima quarta-feira (18). Por que os interessados no consignado devem prestar atenção nessa decisão?
Se houver uma nova redução, a taxa máxima de juros do consignado provavelmente também diminuirá. Além disso, quem já está com um empréstimo consignado poderá solicitar a portabilidade para bancos com taxas mais favoráveis.
Entretanto, a expectativa é que o Banco Central não opte por outra redução da Selic. Muitos economistas acreditam que o Copom, na verdade, pode interromper a série de cortes e até aumentar a taxa.
Caso isso ocorra, surgirá a questão: o ministro Carlos Lupi decidirá aumentar a taxa máxima do consignado? Até agora, essa dúvida não foi esclarecida pela imprensa.


Redução contínua nas taxas de empréstimo consignado
É importante destacar que houve uma redução de oito vezes no teto máximo da taxa de juros do empréstimo consignado desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reassumiu o cargo, no início do ano passado. A mais recente redução foi aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) em 24 de abril.
O Ministério da Previdência, liderado pelo ministro Carlos Lupi (PDT), planeja diminuir a taxa máxima de juros do consignado sempre que o Banco Central (BC) optar por cortar a taxa básica de juros, conhecida como Selic.
Dado que a Selic está passando por várias reduções consecutivas, o Ministério da Previdência está se esforçando para acompanhar esse ritmo na diminuição dos juros do consignado.
“Meu compromisso é com os 39 milhões de beneficiários da Previdência Social. Eles são a razão pela qual mantenho esse debate”, declarou o ministro Carlos Lupi. Abaixo, estão listadas todas as reduções na taxa máxima de juros realizadas desde 2017.
| Data da resolução do CNPS | Teto do empréstimo pessoal (em %) | Teto do cartão (em %) |
| 28/09/2017 | 2,08 | 3,06 |
| 17/03/2020 | 1,80 | 2,07 |
| 28/09/2021 | 2,14 | 3,06 |
| 13/03/2023 | 1,70 | 2,62 |
| 28/03/2023 | 1,97 | 2,89 |
| 17/08/2023 | 1,91 | 2,83 |
| 16/10/2023 | 1,84 | 2,73 |
| 04/12/2023 | 1,80 | 2,67 |
| 11/01/2024 | 1,76 | 2,61 |
| 04/03/2024 | 1,72 | 2,55 |
| 24/04/2024 | 1,68 | 2,49 |
| 24/05/2024 | 1,66 | 2,46 |
Entre 2017 e 2023, ocorreram apenas três reduções no teto máximo da taxa de juros do consignado do INSS. No entanto, entre 2023 e 2024, já foram realizadas oito reduções. Essa mudança reflete a nova abordagem do Ministro da Fazenda, Carlos Lupi (PDT), que promete implementar mais diminuições.
Entenda como a definição da taxa Selic esta semana afeta seu empréstimo consignado
Esta semana é crucial para o futuro da taxa Selic. O Comitê de Política Monetária Nacional (Copom) do Banco Central (BC) se reunirá para decidir os próximos passos em relação às taxas de juros. Essa decisão terá um impacto direto sobre aqueles que planejam solicitar um empréstimo consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Atualmente, a taxa Selic está fixada em 10,5%. Esse índice tem um impacto direto sobre diferentes formas de crédito disponíveis no Brasil, incluindo a taxa de juros dos cartões de crédito.
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No contexto atual do país, aqueles que buscam um empréstimo consignado do INSS sentirão o maior efeito. Este é um tipo de financiamento onde o pagamento é feito com descontos mensais automáticos diretamente da aposentadoria do trabalhador.
Entenda as implicações
Recentemente, o ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT), declarou que sempre que houver uma redução na taxa Selic, ele promoverá uma diminuição equivalente na taxa máxima de juros do consignado do INSS.
Essa proposta precisa do aval do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), que tem predominância governamental.
Ultimamente, o Banco Central começou a cortar a taxa Selic de forma contínua. Como resultado, o CNPS também iniciou um processo de redução nos juros máximos para empréstimos consignados.
O que esperar
A nova taxa Selic será divulgada pelo Copom na próxima quarta-feira (18). Por que é importante para quem deseja o consignado prestar atenção a esta decisão?
Se houver uma nova redução, é provável que a taxa média de juros do consignado também caia. Aqueles que já possuem um empréstimo nesse modelo poderão transferir sua dívida para instituições que ofereçam condições mais vantajosas.
Entretanto, muitos analistas acreditam que o Banco Central não deve reduzir mais a Selic neste momento. A expectativa é que o Copom possa pausar os cortes e até aumentar a taxa.
Caso isso se confirme, a pergunta que fica é: Carlos Lupi, o ministro da Previdência, irá aumentar a taxa máxima do consignado? A informação ainda não foi disponibilizada à mídia.
Reduções contínuas dos juros do consignado
É importante notar que, desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu a presidência novamente no início do ano passado, já foram realizadas oito reduções no teto máximo da taxa de juros do consignado. A mais recente ocorreu em 24 de abril, aprovada pelo CNPS.
A proposta do Ministério da Previdência, sob a liderança de Carlos Lupi (PDT), é que qualquer redução na taxa Selic leve também a uma diminuição na taxa máxima de juros do consignado.
Com a Selic caindo, o Ministério da Previdência busca alinhar a diminuição dos juros do consignado neste mesmo ritmo.
“Estou comprometido com os 39 milhões de beneficiários da Previdência Social. Eles são minha motivação para continuar esse diálogo”, destacou o ministro Carlos Lupi. A seguir, estão as reduções na taxa máxima de juros desde 2017.
| Data da decisão do CNPS | Teto do empréstimo pessoal (em %) | Teto do cartão (em %) |
| 28/09/2017 | 2,08 | 3,06 |
| 17/03/2020 | 1,80 | 2,07 |
| 28/09/2021 | 2,14 | 3,06 |
| 13/03/2023 | 1,70 | 2,62 |
| 28/03/2023 | 1,97 | 2,89 |
| 17/08/2023 | 1,91 | 2,83 |
| 16/10/2023 | 1,84 | 2,73 |
| 04/12/2023 | 1,80 | 2,67 |
| 11/01/2024 | 1,76 | 2,61 |
| 04/03/2024 | 1,72 | 2,55 |
| 24/04/2024 | 1,68 | 2,49 |
| 24/05/2024 | 1,66 | 2,46 |
Entre 2017 e 2023, houve apenas três reduções no limite da taxa de juros do empréstimo consignado do INSS. No período de 2023 a 2024, já ocorreram oito. Essa alteração é resultado da nova política do Ministro da Fazenda, Carlos Lupi (PDT), que promete continuar com as diminuições.
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