Os bens públicos são o patrimônio material do Estado destinado à prestação de serviços ou ao uso coletivo. Para o Concurso Público 2026, o candidato deve conhecer a classificação tricotômica do Código Civil: bens de uso comum do povo, bens de uso especial e bens dominicais. O regime jurídico desses bens é marcado pela impenhorabilidade, pela imprescritibilidade e pela inalienabilidade relativa, características que visam proteger o patrimônio público contra o uso indevido e garantir que ele sirva às gerações futuras.
A afetação e a desafetação são os processos pelos quais um bem passa de uma categoria para outra, alterando sua destinação pública. No cenário do Concurso Público 2026, as bancas costumam cobrar as formas de aquisição de bens pelo Estado, como a desapropriação e o confisco, e as formas de alienação, que geralmente exigem autorização legislativa e licitação. O uso de bens públicos por particulares, através de autorização, permissão ou concessão de uso, também é um tema fértil, exigindo que o aluno diferencie atos precários de contratos administrativos complexos.
A intervenção do Estado na propriedade privada é uma manifestação do poder de império que visa equilibrar o direito individual de propriedade com a função social da terra e dos imóveis urbanos. No Concurso Público 2026, as modalidades de intervenção restritiva (servidão administrativa, requisição, ocupação temporária, limitação administrativa e tombamento) e a intervenção supressiva (desapropriação) devem ser estudadas de forma comparativa. O candidato precisa entender as hipóteses de indenização prévia e justa em dinheiro versus as desapropriações-sanção pagas em títulos da dívida pública ou agrária.
A desapropriação por utilidade pública ou interesse social é o instrumento mais drástico de intervenção e exige um rito processual rigoroso. Para o Concurso Público 2026, o domínio do Decreto-Lei 3.365/1941 é indispensável, abrangendo desde a declaração de utilidade pública até a fase judicial de fixação do preço. O fenômeno da desapropriação indireta, que ocorre quando o Estado se apossa do bem sem o devido processo legal, também gera muitas questões sobre prescrição e o direito de indenização do proprietário lesado, tema amplamente debatido nos tribunais superiores.
O tombamento é a forma de intervenção que visa proteger o patrimônio histórico, artístico e cultural de uma sociedade. No Concurso Público 2026, o candidato deve compreender que o tombamento não retira a propriedade do particular, mas impõe restrições ao seu uso e modificação. O proprietário do bem tombado tem o dever de conservação, e o Estado possui o direito de preferência em caso de venda. Esse tema conecta o Direito Administrativo com os Direitos Culturais previstos na Constituição, sendo recorrente em provas de áreas jurídicas e de gestão cultural.
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