A grande maioria das pessoas ainda desconhece, mas esta segunda-feira (9) é um dia significativo para a história do uso de dados tecnológicos no Brasil. Segundo informações oficiais, a Meta começou hoje a empregar dados de brasileiros para treinar seu sistema de Inteligência Artificial, denominado Meta AI.
Esse software é utilizado em grande parte das redes sociais mais populares do país, como Instagram, Facebook, WhatsApp e Messenger. A empresa de tecnologia internacional iniciou as notificações aos usuários sobre a possível utilização de seus dados ainda na última terça-feira (3).
Importante ressaltar que a coleta dos dados dos brasileiros foi autorizada somente após alterações na política de privacidade da plataforma, as quais foram exigidas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Esse órgão chegou a determinar a suspensão da política de compartilhamento de dados, alegando que o sistema violaria a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e comprometeria a privacidade dos brasileiros.
A autorização para que a Meta utilize os dados dos seus usuários para o treinamento da Meta AI foi concedida no dia 30 de agosto, quando a ANPD verificou que a empresa atendeu a todas as exigências governamentais.
Uma das exigências da agência foi a obrigatoriedade de avisar previamente os usuários sobre os dados que serão utilizados. Além disso, a empresa deve deixar claro o direito de objeção, que é garantido por lei.
**Quais dados a Meta pode usar**
Apesar da liberação por parte do governo federal, muitos usuários de redes sociais como Instagram, Facebook, WhatsApp e Messenger estão preocupados com essa situação. Afinal, quais informações a Meta poderá empregar para treinar sua Inteligência Artificial?
Conforme informações da empresa, a intenção é utilizar apenas dados de publicações e interações públicas. Isso significa que a Meta não poderá acessar informações compartilhadas em conversas privadas, já que esses dados são protegidos por criptografia.
De acordo com a Meta, a intenção é utilizar as informações compartilhadas por usuários reais para desenvolver uma espécie de robô. Por meio desses dados, a empresa afirma que sua Inteligência Artificial (IA) poderá se comunicar de forma mais natural, já que estará analisando como as pessoas se expressam no Brasil.
A Meta poderá acessar dados como seu nome, sua foto de perfil, suas interações em grupos públicos, páginas e canais, além dos avatares que você usa.
Além disso, a empresa poderá analisar informações como os posts que você publica, as fotos que compartilha e até os vídeos que posta nas redes sociais, incluindo suas publicações nos Stories ou Reels.
Conforme mencionado, uma das exigências do governo federal para que a Meta utilize os dados de seus usuários é que a empresa esclareça que os cidadãos não são obrigados a consentir com esse tipo de compartilhamento.
Nos e-mails que a Meta envia aos usuários, a própria empresa reforça o direito que cada cidadão tem de se opor a essa política.
Para bloquear o uso dos seus dados pela Meta, é necessário acessar um link específico e preencher um formulário com algumas informações pessoais, como seu e-mail.
Se desejar, você pode fornecer um motivo para a sua recusa, mas esse campo é opcional. Após isso, basta clicar em enviar.
Cada cidadão deve realizar esse procedimento apenas uma vez. Portanto, se você já manifestou sua oposição ao uso dos seus dados para treinar a IA da Meta, não precisa repetir o processo.
A maioria das pessoas ainda não tem essa informação, mas esta segunda-feira (9) representa um marco importante na história do uso de dados tecnológicos no Brasil. De acordo com informações oficiais, a Meta começou hoje a utilizar dados de brasileiros para melhorar seu sistema de Inteligência Artificial, chamado Meta AI.
Este software é responsável pelo funcionamento das principais redes sociais populares no país, incluindo Instagram, Facebook, WhatsApp e Messenger. A empresa internacional de tecnologia iniciou a comunicação com seus usuários sobre essa nova possibilidade na última terça-feira (3).
É fundamental enfatizar que a coleta de
Os dados dos brasileiros foram autorizados somente após modificações na política de privacidade da plataforma, que foram realizadas em resposta a solicitações da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Esse órgão chegou a pedir a interrupção da política de compartilhamento de dados, alegando que seu funcionamento poderia violar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e comprometer a privacidade dos cidadãos.
A permissão para que a Meta utilizasse os dados de seus usuários na criação da Meta AI foi concedida em 30 de agosto, após a ANPD determinar que a empresa havia cumprido todas as exigências regulamentares.
Uma das condições impostas pela agência foi a notificação prévia aos usuários sobre quais dados seriam usados. Além disso, a empresa deve esclarecer que os usuários têm o direito de contestar, o que é garantido por lei.
### Quais dados a Meta pode utilizar
Após a autorização do governo federal, muitos usuários de plataformas como Instagram, Facebook, WhatsApp e Messenger continuam apreensivos com essa nova situação. Que informações a Meta poderá usar para treinar sua inteligência artificial?
De acordo com a empresa, pretende utilizar apenas dados de postagens e interações públicas, o que significa que não terá acesso a informações trocadas em conversas privadas, que são protegidas por criptografia.
### Como funciona o processo
Segundo a Meta, o principal objetivo é usar informações compartilhadas por usuários reais para criar uma espécie de robô. Através desses dados, a empresa alega que poderá fazer com que sua IA interaja de maneira mais natural, analisando a forma como as pessoas se comunicam no Brasil.
A Meta poderá utilizar informações como nome, foto de perfil, atividades em grupos públicos, páginas e canais, além dos avatares utilizados.
A empresa também poderá considerar outras informações, como postagens, fotos compartilhadas e vídeos publicados. Além disso, poderá usar publicações feitas nos Stories ou Reels.
### Posso me recusar a compartilhar esses dados?
Como já mencionado, uma das exigências do governo federal para a utilização dos dados dos usuários é que a empresa informe claramente que o cidadão não é obrigado a consentir com esse tipo de compartilhamento.
Nos e-mails enviados aos usuários, a Meta reafirma o direito do cidadão de se opor a essa política.
Para impedir que a Meta utilize seus dados, é necessário acessar um link específico e preencher um formulário com algumas informações pessoais, como e-mail.
O cidadão pode optar por justificar sua oposição, embora essa parte seja opcional. Após isso, basta clicar para enviar.
Cada pessoa precisa realizar esse procedimento apenas uma vez. Portanto, se já manifestou sua recusa em permitir o uso de seus dados para treinar a inteligência artificial da Meta, não precisará repetir o processo.
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